Publicado em 10/11/2021
Que tarefa mais difícil é essa. Como sabemos o quanto iremos cobrar para um futuro cliente, para que o valor justo para ambos? Será que estou cobrando barato demais e deixando de ganhar dinheiro? Ou estou cobrando caro e ninguém vai querer pagar? A verdade é que só você saberá essas respostas. Só você sabe da sua qualidade, do tempo que você leva fazendo um projeto e dos seus custos, como por exemplo, luz, programas como o pacote Adobe e outros investimentos como laptop, câmeras, cadeira, cursos, etc.
Há alguns anos, quando eu passava um orçamento, sempre me dava um frio na barriga em pensar que o cliente acharia muito caro, fora da realidade. Mas a verdade é que sempre irão existir clientes assim, uns dispostos a pagar mais e outros menos (e alguns até a não pagar). E está tudo certo! Sempre irão existir clientes para cada tipo de profissional, para cada nicho. E isso faz com que exista espaço para o profissional que está começando agora, precisa de experiência e acaba cobrando um valor mais em conta, até os profissionais mais experientes, que cobram valores mais altos.
O lucro está diretamente associado ao processo de precificação. Ao colocar algum produto ou serviço no mercado, é essencial que a empresa responsável cumpra algumas etapas para que o produto chegue ao cliente em preço competitivo, mas que isso também não afete a saúde financeira do negócio. O preço deve conter uma margem de lucro, para tornar a venda viável e interessante, ao mesmo tempo que é acessível para o público a quem ele é destinado.
Basicamente, precificação é um processo que consiste em mensurar o valor de um produto. Porém, ela não é simplesmente encontrar o preço de venda, pois possui diferentes variáveis.
Para calcular o preço de um serviço ou produto, é importante que remunere o que esteja envolvido no seu processo de fabricação, pague os custos dos materiais utilizados e ainda tenha uma representação financeira do que o produto propõe. Uma precificação equivocada pode colocar em risco a saúde de um negócio. Portanto, é essencial que no planejamento seja encontrado um valor que consiga cobrir os custos e oferecer o lucro.
Quanto você gastou para criar o projeto? Esse dado é fundamental para todos os outros passos se você quiser precificar corretamente.
Agora, é preciso visualizar as despesas da empresa, definindo gastos fixos e variáveis.
Custos variáveis: são esporádicos e dependem do volume de venda. Exemplo: papel, caneta
Custos fixos: devem ser pagos, não importando o valor do seu faturamento. Exemplo: Luz, Pacote Adobe
Ao definir uma margem para que seu negócio sobreviva, você deve respeitá-la.
Há muitos empreendedores que nunca ouviram falar em markup e ainda aqueles que confundem o termo com margem de lucro.
Margem de lucro: é a porcentagem que volta para o caixa quando todos os custos são pagos. Calcula-se subtraindo os custos do preço final do produto.
Markup: é o percentual aplicado aos produtos, ou seja, o lucro desejado.
Sabendo o que esses termos representam para seu negócio, precificar um produto se torna uma tarefa mais simples e assertiva.
Além das tabelas de preço que existem por aí, é preciso fazer uma pesquisa minuciosa dos principais concorrentes de mercado antes de precificar: quanto vendem, por quanto e para quem.
Maior controle sobre os resultados
Otimização dos processos
Aproveitamento do mercado
Liderança de produto e de qualidade
Estratégias de precificação
Foco
Custo
Diferenciação
Por fim, para evitar erros que são bastante comuns e que podem trazer diversos riscos ao seu negócio, é importante tomar conhecimento de alguns passos que não devem ser tomados.
Ainda que seja positivo para o consumidor e para a empresa conseguir ofertar um preço mais barato do que seus concorrentes, ao colocar um preço muito menor, você poderá tirar a lucratividade do seu negócio.
Bem, como podemos perceber não existe fórmula mágica e nem truque matemático para determinar o melhor preço de venda para seus produtos.
O que temos é um verdadeiro processo, que, sendo executado correta e cuidadosamente, aumenta as chances de realizar uma boa venda.
Afinal, é muito mais fácil ajustar um preço de venda quando conhecemos nossas margens e sabemos até onde podemos chegar.
Quer achar uma voz para sua marca, tem uma opinião diferente sobre o assunto ou quer compartilhar ideias sobre isso? Sou todos ouvidos!
Se você tiver mais alguma dica, comente que acrescento no post.
Caso precise de um bom profissional para a criação da sua marca e / ou da sua identidade visual, para você ou para a sua empresa, basta entrar em contato que estarei a sua disposição.
Espero que tenham gostado. Não deixe de comentar abaixo. Faça bom proveito e se tiver alguma dúvida basta entrar em contato.
Fonte: Sebrae e Bling
Sou Designer Gráfico, especialista em design de identidade visual. Crio marcas e logos para pequenas e médias empresas, de forma 100% artesanal. Meus trabalhos buscam expressar significado, representando a essência de seu negócios ou de sua organização.
Saber maisFique a vontade para clicar nas fotos e ver mais detalhes sobre os projetos
Projeto de Identidade Visual Redesign da Joeli Carvalho | Personal Chef
Projeto de Identidade Visual Pontarolo Advogados Associados
Projeto de Identidade Visual Arqué BE
Projeto de Identidade Visual | Raphael Barreto
Projeto de Identidade visual Almeida Santos Advogados
Projeto de Identidade Visual | GF Produtos naturais
Muito mais que um logotipo memorável, uma boa estratégia de branding aumento o valor de uma empresa.
Vamos juntos construir uma marca autêntica e com personalidade para o seu negócio